Background dos personagens

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Background dos personagens

Mensagem por Felipe Savino em Ter Mar 14, 2017 1:40 pm

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Morto em combate contra Orogs Batriders no Underdark



Filho de Bergar (pai) e Nolora (mãe) Bazzak, Baergric Bazzak e seus irmãos e irmãs nasceram em Mirabar anos atrás. Desde criança, Baergric treinou os oficios da forja e mineração com seu pai e seus irmãos. Baergric sempre foi apaixonado pelo Fogo, e pelo que o Fogo consegue fazer com a rocha, derretendo-a e separando o metal que é precioso para o trabalho. Desde novo, ele ia sempre que possível para o Salão de todos os Fogos e ao Templo de Moradin, ver suas centenas e centenas de forjas acesas e trabalhando constantemente.

Quando um pouco mais velho, Baergric entrou para a academia militar para aprender a lutar, e ele gostava, mas gostava mais ainda de ver os clérigos de Moradin e Clangeddin em batalha, auxiliando os aliados e esmagando inimigos. Quando seu pai e o restante do clã deixava, Baergric ia nas expedições das minas em busca de Goblins para matar nas mesmas.

Quando chegou a hora de escolher o ofício que seguiria, ele apelou ao clã para que o deixasse seguir o caminho da forja e do fogo. Para os anões a forja e a fé são a mesma coisa, pois Moradin criou os anões forjando-os a partir da pedra, e o ofício da forja ele ensinou a seus filhos. Portanto o clã não só permitiu que Baergric começasse seus estudos clericais, mas alegrou-se com aquela escolha.

Ele focou anos nesses estudos, aprendendo tudo que lhe era dado sobre o poder de Moradin, o artífice supremo. Ele aprendeu a dominar fogo e metal, e aprendeu a colocar a vontade dos deuses em tudo que fazia. Aprendeu que com a prece certa, teria a benção de Moradin para proteger-se, e a benção de Clangeddin para esmagar seus inimigos.

O tempo passou, e Baergric se tornou um Sonnlinor, um clérigo de Moradin. Grande foi o orgulho que ele deu ao clã, e desde então Bigorna de Fogo - como ficou conhecido em seu batismo nas forjas do Templo de Moradin - começou a participar de mais expedições para limpar os túneis subterrâneos de Mirabar.
Foi numa dessas expedições que seu grupo foi atacado por um grupo de Drow, matando parte do grupo e capturando o restante para serem escravos.
O que será de Baergric agora? Nós não sabemos, mas ele sabe que Moradin está com ele, não importa onde, e que ele será duro como o aço que forja e não cederá aos tormentos desses demônios de cabelo branco.

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Re: Background dos personagens

Mensagem por E. Casati em Qui Mar 16, 2017 10:18 pm

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Morto em combate contra Orogs Batriders no Underdark

Eu era um servo de Selvetarm, o Campeão de Lolth, o caminho natural para todos os Drow guerreiros e que tinham proximidade com os deuses. Cheguei a alcançar o posto de Comandante em Menzoberranzan, que, para facilitar para vocês, da superfície, está localizada nas profundezas da terra à leste de Waterdeep. Apesar de ter recebido o treinamento necessário para me tornar um guerreiro à altura deste posto, muito desta nomeação havia acontecido pela importância e influência de minha família, que era envolvida profundamente nas intrigas da cidade.

A história de minha ruína começou quando um grupo de caça trouxe consigo prisioneiros da superfície, entre eles uma elfa da lua - sacerdotisa de Naralis Analor chamada Meriele Naïlo.

Ao invés de uma escrava comum, Meriele foi designada para trabalhar como curandeira em meu destacamento. Bondosa e gentil, conseguiu uma posição de privilégio entre os escravos, e, posteriormente, até mesmo entre os elfos negros locais. Quando me dei conta, estava ouvindo conselhos da elfa da superfície, e sermões sobre a deusa Eilistraee.

Até hoje me pergunto se ela viu algo de bom em mim, ou se enxergava algo a mais por trás da crueldade e mesquinharia que guiava minhas ações naquela época. Talvez por conta da natureza de sua deusa e sacerdócio, ela tenha decidido para si a missão de me "curar", me arrancar da espiral de sofrimento e paranóia que é a vida de um drow em meio ao seu povo, especialmente em Menzoberranzan. Ou talvez ela apenas queria me usar para escapar dos grilhões que a prendiam à servidão. De qualquer forma, o que importa, no final, é que aos poucos fui seduzido cegamente por aquela criatura, e isso foi a minha ruína.

Não demorou muito para que ela me convencesse a fugir para a superfície, e foi o que fiz - provocando a ira de meus superiores e família, ao manchar seus nomes. Até que as autoridades superiores a mim (maldito clero de Lolth) notassem meu desaparecimento e deserção, nós já estávamos na superfície. Fugindo para leste, chegamos a um pequeno bosque de bétulas prateadas, ao sul da Floresta Alta.



Ela dizia que com seu status de sacerdotisa, convenceria os elfos da Floresta Alta a nos ajudar. Encontramos uma patrulha que nos ordenou a permanecer ali, enquanto buscavam permissão para nos conduzir para o interior do reino. Passamos vários dias no bosque, onde conheci uma beleza e sentimentos que, na escuridão do Underdark e do coração da sociedade drow, eu jamais imaginaria existir.

E, enquanto aguardávamos, o inevitável aconteceu. Fomos emboscados por um grupo de elite - meu grupo de elite - enviado pessoalmente por Vlondril Vrinn, uma das Alta-Sacerdotisas de Lolth em Menzoberranzan, a quem eu era subordinado. A ordem era clara: assassinar Meriele diante de mim, e me capturar, para viver séculos de tormento em escravidão.

Dentre os assassinos, estava Ghazrim DuLoc, um humano que havia caído nas graças de Vlondril, e a ajudava a obter influência na superfície. O desgraçado sempre me odiou, pois eu não tinha tempo para suas imbecilidades, e sempre erguia minha voz contra ele.

A luta irrompeu. Matei muitos de meus ex-companheiros, mas fui parado por Ghazrim, que segurava Meriele com um punhal em seu pescoço. Diante daquilo, eu me rendi. Somente para agravar minha desgraça. Ghazrim a matou mesmo assim, em minha frente, sem que eu pudesse fazer nada. Uma fúria assassina tomou conta de mim, e matei todos os restantes, mas Ghazrim fugiu.

Antes de perseguí-lo, me despedi de Meriele, e concedi a ela as devidas homenagens, na melhor de minhas capacidades. Rastrear aquele sujeito, mesmo depois de um ou dois dias, seria fácil, eu já havia rastreado presas mais difíceis.



Eu o persegui por milhas, até que ele nos levou até uma cidade da superfície que eu não sei o nome. Ali, algumas pessoas o ajudaram a se esconder, e eu fui capturado por elas. Ouvi algo sobre pertencerem à uma tal de Rede Negra.

Meu destino você já pode imaginar... fui entregue à um grupo de caça dos drow, que me levaram de volta para o Underdark, como um escravo para o posto avançado de Velkynvelve, uma parada antes de me levar à Menzoberranzan, para sofrer a punição devida a um traidor.

Eles que não me deixem escapar... pois minha vingança será certeira e brutal.



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Re: Background dos personagens

Mensagem por E. Casati em Qua Abr 19, 2017 4:38 am

Kanar, filho de Kanad, do clã Undurr da Grande Fenda


Símbolo sagrado de Marthammor Duin

Nascido em uma rica família de pedreiros (stonemason) e chaveiros (locksmith) em Grande Fenda (Great Rift), o lar ancestral dos anões dourados, eu só conheci riqueza e privilégio. Minha família se destaca em seus ofícios, e sua reputação é conhecida em toda a Costa da Espada e Mar das Estrelas Cadentes.

Embora eu tenha herdado a dureza dos anões e sua natureza resoluta, eu não herdei o dom necessário ao ofício da minha família. No entanto, eu herdei olhos afiados como as lâminas de nosso povo e um tino para negócios. Minha avó, temendo que meu pai pudesse ignorar o meu papel no negócio da família devido à minha relativa falta de jeito com as pedras e os metais, me ensinou para refinar minhas outras habilidades com uma precisão afiada. Meu pai não poderia ignorar meus poderes de observação, meu senso e habilidade para fechar negócios. Ele fez de mim um parceiro pleno dos negócios da família em meu aniversário de quarenta e cinco anos, um pouco jovem para um anão dourado conseguir tal honra.

Numa viagem de negócios recente, perdi todos os bens que eu estava transportando para Inverno Remoto (Neverwinter) e os lucros monetários da viagem quando uma tempestade incomum afundou meu navio na costa perto de Vau da Adaga (Daggerford).

Fui o único sobrevivente do naufrágio, graças à um anão dourado, vestido como um viajante, que me salvou do abraço das ondas furiosas de Umberlee. Sempre mantive um altar dedicado a Marthammor Duin em meu navio, o Intrépido. Mas a partir daquele dia, eu sabia que havia sido tocado pelo poder divino do Desbravador, o Vigia dos Viajantes.



Sem nada nos bolsos, e nenhum recurso à minha disposição, tentei alcançar a cidade mais próxima para retornar à Grande Fenda e procurar alguém do clero a me instruir na fé de Morthammor Duin, pois devia minha vida a Ele, e ansiava por entregar minha alma à Seu serviço.

Mas no caminho fui impedido por drows que me capturaram e me levaram para o subterrâneo para ser feito escravo. Apesar de ainda estar descobrindo os poderes que Marthammor me concedeu, acredito fielmente que esta é só mais uma vontade de meu Deus. Talvez esteja me colocando à prova, ou há algum outro significado oculto. Pois, que lugar melhor do que o Underdark para um servo do Desbravador explorar?



Chuva. A maldita chuva não dava trégua por dias naquela região da Costa da Espada. Tudo começou há quase uma dezena, com uma repentina tempestade que açoitou as árvores e sacudiu os telhados de palha dos camponeses, amontoados dentro de suas casas, rezando para seus deuses por segurança.

Em seguida, o trovão retumbou e os relâmpagos cessaram, mas a chuva continuou a martelar, incessante. Declives na terra se transformaram em fios d'água, fios d'água em riachos, e riachos em novos e violentos córregos percorrendo campo e floresta, a água encharcando tudo e todos. Animais fugiram para terrenos mais altos, componeses se abrigaram em castelos já repletos de refugiados e cavaleiros infelizes e encharcados.

E neste aguaceiro interminável uma velha águia oscilou pelo ar, suas asas pesadas com água, voando com ressentimento contra as nuvens carregadas. Ela sabia em seu coração animal que sua morte se aproximava, e por isso batia suas asas, determinada a voar, caçar uma última vez, em desafio ao próprio céu. E enquanto voava, viu uma pequena figura abaixo, uma mera sombra na tempestade, correndo ao longo de um caminho em uma mata escassa em direção a uma pequena cabana.

Kanar se apressava pela lama, seu manto encharcado em torno de si. Momentos antes o anão praguejava contra o camponês que ele pensou ter mentido sobre uma antiga cabana nessa direção, a meio caminho entre a costa e Vau da Adaga. Mas enquanto a última luz do dia desapareceu, ele avistou a pequena construção de madeira à sua frente e começou a correr, ansioso com a perspectiva de finalmente não ter esta maldita chuva tamborilando aquela batida irregular em seu crânio. Aquela chuva sem fim e agourenta escureceu ainda mais o coração e o espírito de Kanar ao longo do caminho após ter perdido todos os seus companheiros - a tempestade inicial afundara seu navio, o Intrépido, e havia acabado com a vida de toda sua tripulação. Kanar também teria morrido, não fosse o distinto anão dourado que o puxou das águas, e o trouxe até a costa, antes de desaparecer nas brumas.

Kanar arrombou a porta, a madeira encharcada cedendo sob o ombro armadurado com um ruído úmido. A porta bateu violentamente contra a parede antes de começar a ranger de volta na direção do anão. Ele a empurrou de lado e caminhou na escuridão da cabana sem janelas. A luz fraca da noite chuvosa lá fora projetava-se a partir do vão da porta, e alguns pequenos filetes entravam a partir de frestas nas paredes de madeira. Pronunciou algumas palavras em Comum carregado. "- Alguém em casa?"

Sem resposta, entrou na cabana, grato por finalmente sair da chuva. Seus olhos quase não precisaram se ajustar, dada a escuridão lá fora. A visão acostumada aos salões subterrâneos dos anões lhe permitiam ver, em tons de cinza, onde outros olhos eram cegados pela escuridão. Ele observou a pequena sala, notando uma mesa rústica, um balde, algumas maçãs roídas espalhadas pelo chão, um baú fechado, e um colchão de palha com um volume que parecia ser um saco de dormir. O lugar tinha o ar de uma construção pública, um espaço que muitas pessoas haviam usado e ninguém tomava conta. A chuva batia incansavelmente contra o telhado de palha acima, e a porta se fechou atrás dele com um estrondo.

Pegou uma pedra polida em seu bolso com a mão esquerda e pressionou-a, uma lembrança de sua terra natal - Grande Fenda, o lar ancestral dos anões dourados. Viu uma tocha colocada em um dos tocheiros da cabana, e a acendeu com dificuldade. Uma luz amarelada bruxuleante iluminou os quatro cantos da pequena cabana, revelando o saco de dormir na cama como uma figura que parecia dormir profundamente.

Com a mão direita sacou sua adaga e se aproximou lentamente da figura, segurando a tocha com a outra mão. Tentou despertá-la, sacudindo-a inutilmente com alguma força. A figura enrolada em um cobertor de lã esfarrapada não respondeu à perturbação. Com a proximidade da luz iluminando a cama, Kanar notou que o colchão de palha continha uma grande mancha opaca e enegrecida.

Ele empurrou o corpo, que rolou e caiu da cama com um ruído no chão de terra, semi-coberto pelo cobertor. Um odor de podridão nauseante se espalhou pela sala.

Com o braço posicionado à frente do nariz protuberante, agachou-se e virou o corpo, que parecia uma estátua por conta da rigidez cadavérica. O que se revelou era o cadáver pálido de um humano, com larvas saindo de seus orifícios, sobretudo de uma perfuração, da espessura de um dedo, na altura do coração. Pelo que podia concluir, o homem havia sido morto por uma flecha ou virote, que havia sido removido. Pelo menos a morte teria sido rápida.

Fez uma breve prece a Kelemvor para que a alma do homem encontrasse paz (uma das raras ocasiões na vida de Kanar em que rezou para um deus que não fossem os Morndinsamman), mas foi interrompido por um ruído.

Um barulho de metal raspando na madeira soou pela cabana, abafado pelo barulho da chuva lá fora. Vinha do chão abaixo da mesa. Ele colocou a tocha de volta no tocheiro, embainhou a adaga e silenciosamente retirou seu martelo de arremesso do seu cinturão. Firmou os pés na terra, assumindo uma postura de combate, se escondendo desajeitadamente nas sombras, aguardando pacientemente.

Um alçapão se abriu, e dele emergiu um humanóide que Kanar não precisou mais do que uma fração de piscar de olhos para reconhecer: a figura humanóide esbelta se camuflava bem naquela escuridão, não fossem os cabelos brancos como o luar, e os olhos diabolicamente vermelhos.

O martelo de arremesso voou pela cabana, e a criatura não teve tempo de reagir. O elfo negro foi atingido no meio do rosto, e o barulho de osso esmagando foi audível debaixo do som da chuva do lado de fora e o silvo de dor da criatura.

O elfo negro cambaleou e pisou em falso nos degraus irregulares que levavam à superfície. Aproveitando-se do vacilo, Kanar atingiu a criatura com um chute bem colocado no peito. O impacto a derrubou, e ela desapareceu no fosso, urrando de dor e ódio.

Esperando o próximo oponente, Kanar sacou seu martelo de guerra, mas uma escuridão palpável tomou conta da cabana, e mesmo os olhos acostumados do anão não podiam penetrá-la. Aquilo tomou Kanar de surpresa. Confuso, escutou o barulho de passsos silenciosos em sua direção, e os ruídos do desembainhar de lâminas. Brandiu o martelo em um arco no ar, tentando atingir os inimigos, em vão. Sentiu o aço frio perfurar sua pele no vão da armadura entre o braço esquerdo e o peito, seguido de uma pancada forte no tórax que o fez cambalear para trás, desequilibrando-se e caindo no chão irregular, batendo as costas contra a parede, o que fez o ar se esvair de seus pulmões.

"- CRIATURAS IMUNDAS!", berrou Kanar no idioma anão com a voz carregada de raiva, tentando recuperar o fôlego. "- Marthammor Duin me acompanha, não morrerei hoje!". Cercado por todos os lados, o anão apertou os dedos com força em volta do cabo esculpido do martelo, fechou os olhos, e em uma atitude desesperada começou a rogar pela ajuda do deus que havia salvado sua vida. "- Marthammor Duin, proteja este servo que confia a própria vida a Ti. Faça de mim o que desejar!", e desferiu outro golpe cruzando o ar com seu martelo. Um trovão retumbou. Mas não na chuva lá fora. Um barulho ensurdecedor no interior da cabana tremeu as paredes de madeira, e produziu um clarão que cegou Kanar e os elfos negros que o cercavam.

Kanar foi empurrado novamente contra a parede, desta vez com mais força, e caiu atordoado. Os elfos negros se recuperaram lentamente, um deles ditando ordens furiosas em seu próprio idioma. Tudo o que Kanar pôde compreender antes de desmaiar foram duas palavras: Velkynvelve e Menzoberranzan.



Personality Traits:
• Meus amigos sabem que eles podem contar comigo, não importa o que aconteça.
• Sou cheio de aforismos espirituosos e tenho um provérbio para cada ocasião.


Ideals:
Fé. Eu acredito que meu deus guiará minhas ações. Tenho fé que se eu trabalhar duro, as coisas darão certo.

Bonds:
• Eu devo a minha vida à Marthammor Duin, que salvou minha vida.

Flaws:
• Eu sou um fanfarrão. Eu me promovo descaradamente.

Descrição:
Kanar tem a pele um pouco mais escura do que a cor marrom clara dinstinta dos anões dourados, devido à exposição ao sol durante seus anos como marinheiro. Seus olhos são cor de avelã, com um brilho amarelo. Seu cabelo e barba são marrons.

Ele é forte e musculoso, e mais alto e pesado que a maioria de sua raça. Anos como marinheiro moldaram nele uma constituição física ímpar. As marcas de exposição ao clima e os mares são evidentes em sua pele e seu semblante.

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